MANIFESTAÇÕES PRÓ-LULA NÃO PARAM DE CRESCER E TRANSBORDAM EM TODO O PAÍS
Análises de cientistas políticos apontam que a recente onda de protestos serve como uma demonstração de força essencial para reenergizar a militância de esquerda
rep. publ. internet/Último Segundo As manifestações de apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva têm registrado crescimento expressivo em diversas capitais do país, impulsionadas por movimentos sociais, sindicatos e entidades estudantis na reta final do segundo turno contra Flávio Bolsonaro. A mobilização busca reverter a desvantagem do primeiro turno.
Análises de cientistas políticos apontam que a recente onda de protestos serve como uma demonstração de força essencial para reenergizar a militância de esquerda. Contudo, especialistas também ponderam que o desafio principal reside em expandir o engajamento para além da "bolha" progressista e conquistar votos de eleitores indecisos ou daqueles que se abstiveram no início de outubro.
Avenida Paulista (São Paulo)
No último domingo (11), a via foi palco de manifestações da campanha governista, contando com o discurso de Lula e ganhando repercussão na grande imprensa nacional e internacional, que descreveu o cenário como uma "maré vermelha". Além da Paulista, o ato em Copacabana foi gigantesco, comparável a shows de Madona e Bayonce.
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Atos Simultâneos e Mobilização em Capitais
Na terça-feira (13), novos protestos organizados majoritariamente pela juventude e movimentos estudantis ocorreram em capitais como Brasília, Porto Alegre, Belém, Manaus, Fortaleza, Natal, Aracaju, Florianópolis, Vitória, Campo Grande e Teresina.
Além do foco eleitoral direto e dos discursos em defesa da democracia, os manifestantes têm pautado temas sociais de forte apelo popular. Entre as principais bandeiras levantadas nos atos recentes destacam-se a defesa da educação pública e a pressão legislativa pelo fim da escala de trabalho 6x1.
A rápida escalada das mobilizações de rua acendeu o alerta na campanha adversária. Diante da pressão gerada pelas imagens das avenidas cheias, integrantes do núcleo bolsonarista cobraram publicamente um engajamento mais agressivo de seus aliados.




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