FLÁVIO BOLSONARO SERIA VICIADO EM SURUBA, APONTAM REPORTAGENS
As reportagens mencionam encontros em locais como hotéis (a exemplo do Grand Hyatt) e festas em lanchas
PlatôBR Reportagens de veículos como PlatôBR, Revista Piauí e outros meios de comunicação divulgaram mensagens, fotos e relatos atribuindo ao senador e candidato Flávio Bolsonaro a participação em encontros privados e festas com garotas de programa, a conhecida "suruba", onde participam várias mulheres e homens em quartos de hotéis e motéis.
O material veio a público por meio de registros (como mensagens de WhatsApp, áudios e fotos) guardados por Alexandre Santini, ex-sócio de Flávio Bolsonaro, após um rompimento comercial e financeiro entre ambos.
As reportagens mencionam encontros em locais como hotéis (a exemplo do Grand Hyatt) e festas em lanchas, incluindo episódios que teriam ocorrido durante o período da pandemia de Covid-19.
Além das festas, os materiais apontam para supostos presentes de alto valor (como um relógio Rolex) e acusações de lobby junto a integrantes do Supremo Tribunal Federal (STF).
O caso gerou ampla repercussão política nas redes sociais e desgastes na campanha eleitoral, com críticas de adversários políticos, enquanto a assessoria e a defesa do senador evitaram responder diretamente aos questionamentos da imprensa. Não há comprovação ou acusação formal de "vício", mas, sim, relatos de participação em festas privadas específicas.
Flávio Bolsonaro, além das últimas reportagens tratando do "escândalo", o candidato do PL à presidência também manteve um relacionamento promíscuo com Daniel Vorcaro, ex-banqueiro do Master e atualmente preso, e mulheres de programas, inclusive internacionais, o que mostra o senador com tendência ao "vício" da "suruba".



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