LULA MASSACRA FLÁVIO BOLSONARO NAS URNAS COM MAIS DE 4 MILHÕES DE VOTOS DE MAIORIA
A margem final obtida por Lula representa o dobro da distância registrada na eleição de 2022, quando venceu Jair Bolsonaro por 2,1 milhões de votos de diferença
Nelson Almeida/AFP - Lula comemora após discurso de Alckmin Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi reeleito presidente do Brasil no segundo turno realizado neste domingo, 25 de outubro de 2026, abrindo uma vantagem de cerca de 4,4 milhões de votos sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL).
De acordo com os dados consolidados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o resultado oficial registrou:
* Luiz Inácio Lula da Silva (PT): 51,79% dos votos válidos (aproximadamente 64,2 milhões de votos).
* Flávio Bolsonaro (PL): 48,21% dos votos válidos (aproximadamente 59,8 milhões de votos).
* Diferença exata: Cerca de 4,4 milhões de votos (3,56 pontos percentuais).
Uma Virada Histórica
Esta eleição marcou a primeira vez na história da Terceira República em que um candidato conseguiu reverter o placar do primeiro turno. Flávio Bolsonaro havia liderado a primeira etapa em 4 de outubro.
O comparecimento de eleitores aumentou, fazendo a taxa de abstenção recuar de 21,08% no primeiro turno para 19,21% no segundo. Isso injetou cerca de 3 milhões de votos adicionais no pleito, impulsionado por fortes campanhas de mobilização, especialmente do atual presidente da República, que foi buscar em casa os(as) eleitores(as) que não votaram no primeiro turno e os indecisos.
O presidente reeleito garantiu uma virada decisiva no estado de Minas Gerais (onde passou à frente por cerca de 99 mil votos) e conseguiu reduzir significativamente as desvantagens que sofria em grandes colégios eleitorais como São Paulo e Rio de Janeiro.
O Nordeste, mais uma vez, retribuiu a confiança ao Lula, consagrando-se como uma região decisiva em qualquer eleições presidencial.
A margem final obtida por Lula representa o dobro da distância registrada na eleição de 2022, quando venceu Jair Bolsonaro por 2,1 milhões de votos de diferença.



COMENTÁRIOS