Ex-ministra Simone Tebet lidera corrida para o Senado em São Paulo; ex-ministra Marina Silva vem em segundo
Pesquisa do Instituto Ideia em parceria com a ACSP mostra Tebet com 27% das intenções de voto, Marina Silva com 23% e disputa apertada entre Guilherme Derrite e André do Prado, ambos com 19%
rep. publ. internet/Simone Tebet e Marina Silva A candidata da frente progressista Simone Tebet lidera a corrida pelo Senado em São Paulo, com 27% das intenções de voto, segundo levantamento do Instituto Ideia em parceria com a Associação Comercial de São Paulo (ACSP). Marina Silva aparece na segunda colocação, com 23%, enquanto Guilherme Derrite e André do Prado registram 19% cada.
Os dados foram divulgados pela CNN e mostram um cenário de disputa aberta pelas vagas paulistas no Senado. A pesquisa ouviu 1.800 eleitores entre os dias 5 e 8 de agosto, tem margem de erro de 2,3 pontos percentuais, para mais ou para menos, e nível de confiança de 95%.
Tebet aparece na liderança
Com 27% das intenções de voto, Simone Tebet ocupa a primeira posição no levantamento.
Marina Silva surge logo atrás, com 23%, diferença de quatro pontos percentuais em relação à líder. Considerando a margem de erro informada pela pesquisa, o resultado aponta para uma disputa competitiva entre os nomes mais bem posicionados.
O levantamento também revela uma segunda faixa bastante disputada. Guilherme Derrite e André do Prado aparecem empatados, ambos com 19% das intenções de voto.
Ricardo Salles vem em seguida, com 16%.
Os números indicam que diferentes candidaturas mantêm presença relevante no eleitorado paulista e que a definição das vagas ao Senado permanece aberta.
Derrite e André do Prado aparecem empatados
Guilherme Derrite e André do Prado alcançam 19% cada, segundo o levantamento, ficando atrás de Simone Tebet e Marina Silva.
Ricardo Salles aparece três pontos percentuais abaixo dos dois, com 16%.
Em seguida, Soninha Francine e Geraldo Rufino registram 3% das intenções de voto cada.
Dra. Eliana Ferreira tem 2%.
Weller Gonçalves, Maíra de Souza, Marcio Alves e Petter Maahs aparecem com 1% cada.
A distribuição dos percentuais mostra um grupo de candidaturas mais concentrado nas primeiras posições, enquanto outros nomes ainda registram índices reduzidos neste momento da disputa.
Número de indecisos segue elevado
Um dos elementos de maior peso no levantamento é o percentual de eleitores que ainda não sabem em quem votar.
Segundo a pesquisa, 42% dos entrevistados afirmaram não saber em quem votar.
Outros 10% disseram que pretendem votar em branco, anular o voto ou escolher “ninguém”.
Esse volume de eleitores sem uma definição torna o quadro eleitoral ainda sujeito a mudanças ao longo da campanha.
A presença de um contingente elevado de indecisos significa que uma parcela expressiva do eleitorado paulista ainda não consolidou sua escolha para o Senado.
Por isso, apesar da vantagem inicial de Simone Tebet e da segunda colocação de Marina Silva, o cenário permanece em disputa.
Marina Silva aparece como principal concorrente de Tebet
Marina Silva registra 23% das intenções de voto e ocupa a segunda posição na pesquisa.
A diferença para Simone Tebet é de quatro pontos percentuais.
Logo abaixo, Guilherme Derrite e André do Prado aparecem com 19%, deixando a disputa pelas primeiras colocações relativamente concentrada.
O levantamento, portanto, mostra cinco candidaturas com percentuais de dois dígitos: Simone Tebet, Marina Silva, Guilherme Derrite, André do Prado e Ricardo Salles.
Esse bloco reúne os nomes que, neste momento, apresentam maior presença nas intenções de voto medidas pelo Instituto Ideia.
Pesquisa ouviu 1.800 eleitores
O levantamento foi realizado pelo Instituto Ideia em parceria com a Associação Comercial de São Paulo.
Foram entrevistados 1.800 eleitores entre 5 e 8 de agosto.
A margem de erro é de 2,3 pontos percentuais, para mais ou para menos.
O nível de confiança informado é de 95%.
A pesquisa foi contratada pela Associação Comercial de São Paulo e registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo SP-04956/2026.
Os números oferecem um retrato do momento da disputa, mas o percentual elevado de eleitores indecisos mostra que o quadro ainda pode sofrer alterações significativas à medida que a campanha avance e as candidaturas ampliem sua exposição pública.



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