DEBATE NA BAND ENTRE CANDIDATOS PRESIDENCIÁVEIS FOI FRIO E COM POUCA VIBRAÇÃO
Renan Santos teve o pior desempenho
Leco Viana/Thenews2/Folhapress/rep. publ. Congresso em Foco Com as ausências de Lula e Flávio Bolsonaro, o debate presidencial de 2026 na Band foi marcado por um clima frio, rígido e com pouca vibração por parte dos candidatos.
Clima morno: Os candidatos adotaram posturas excessivamente cautelosas.
Falta de confronto: Faltaram embates diretos inflamados ou momentos de grande dinamismo.
Tom burocrático: As respostas focaram em discursos ensaiados, reduzindo o entusiasmo do público.
Estratégia defensiva: A maioria dos postulantes preferiu evitar riscos a buscar o ataque.
Fatores que Explicam o Desempenho
Regras rígidas: O formato do programa limitou interrupções e interações mais espontâneas.
Início de campanha: Sendo o primeiro debate, os comitês optaram por testar discursos sem grandes exposições.
Cenário polarizado: O medo de cometer erros decisivos travou falas mais ousadas.
PIOR DELES
O que teve melhor desempenho foi Ronaldo Caiado (PSD), com nota 2 em uma escala que vai de 1 a 5. Augusto Cury (Avante) conquistou o segundo lugar, com nota 1,9. O pior desempenhou foi de Renan Santos, que ficou com 1,6. Quanto maior o número atribuído pelo jornalista, melhor foi a atuação de cada um na busca pelo voto.
Segundo o jornalista Bernardo Mello Franco, Ronaldo Caiado "não soube aproveitar o fato de ser o único presente com experiência política. A cena do vice Gilberto Kassab dormindo enquanto ele falava resume sua participação no debate". Fraca.
Renan Santos, por sua vez, apresentou-se com "falas misóginas, gestos histriônicos e nenhum decoro. Continua empenhado em ser o Pablo Marçal da eleição de 2026". Considerado o pior.
Por último, Augusto Cury, com "uma metralhadora de chavões de autoajuda embrulhada num exótico terno verde. Difícil entender o que faz na corrida presidencial".



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