Advogado do Piauí integra a classe de juristas ao produzir e publicar livros

Durante anos o profissional dedicou-se ao estudo do Direito, publicando artigos e teses jurídicas na imprensa nacional - e sobre temas variados. Construindo, assim, uma estratégia na prática eficiente de discutir a Ciência do Direito

DIRETO DA REDAÇÃO
Advogado do Piauí integra a classe de juristas ao produzir e publicar livros rep. publ. internet/advogado Miguel Dias Pinheiro

No meio jurídico, um advogado se destaca como jurista quando passou a produzir conhecimento doutrinário relevante, influenciando a interpretação da Constituição, das leis e as decisões dos tribunais. Enquanto a advocacia é focada na defesa técnica de interesses de clientes em casos concretos, o jurista dedica-se ao estudo profundo do Direito e ao desenvolvimento da Ciência Jurídica.

O advogado piauiense Miguel Dias Pinheiro, ex-procurador e ex-professor de Direito, ao longo do tempo tem-se dedicado à produção acadêmica de livros com formulação de teorias jurídicas de impacto, como, por exemplo, o que ocorrerá com seus livros "Análises Jurídicas Contemporâneas"; “O Questionamento Antecipado nos Recursos”; “Os Cinco Vícios do Ato Jurídico”; “A Corrupção no Banco de Juízes”; "Enriquecimento Sem Causa na Pensão Alimentícia"; "Evidência e Verdade: Prova Civil e Penal no Direito Brasileiro" e "O Direito de Nascer".

Os dois primeiros livros já foram produzidos e devem ser publicados brevemente. Os demais estão no prelo para análises, correções e produções. E todos serão vendidos pela AMAZON, MAGALU, MERCADO LIVRE, SHOPPE, AMERICANAS e outros parceiros.

No livro "Análises Jurídica Contemporâneas" o advogado oferece uma leitura crítica e incisiva dos dilemas que marcam o sistema jurídico contemporâneo, desde os conflitos entre poderes até as lacunas legislativas que a tecnologia e a transformação social deixaram expostas. Um conjunto de análises que confrontam a jurisprudência com a realidade, questionando como o direito se faz vivo nas decisões dos tribunais e nas escolhas dos magistrados. Mapeia os principais pontos de ruptura: a sobreposição de normas, a fragmentação de competências entre poderes e a dificuldade de manter coerência em um ordenamento que cresce sem planejamento.

Em "O Questionamento Antecipado nos Recursos", o autor desvenda os caminhos processuais para garantir que teses jurídicas cheguem vivas aos tribunais superiores. É o prequestionamento como palavra de ordem nos tribunais. Com requisitos formais que não admitem improviso. Sua ausência no curso de um processo, seja cível ou penal, pode enterrar a melhor argumentação constitucional.

O livro “Os Cinco Vícios do Ato Jurídico” invoca a nulidade absoluta, a anulabilidade, a prescrição, a decadência e a preclusão e oferece ao leitor as ferramentas para reconhecer cada vício do ato jurídico, entendendo suas consequências irreversíveis, sem jargão desnecessário, com exemplos que ecoam a realidade dos tribunais. Miguel Dias Pinheiro transforma o que parecia abstrato em conhecimento prático e decisivo.

Ao formular “A Corrupção no Banco de Juízes”, o jurista mergulha em uma investigação documentada sobre magistrados que traíram o sistema judicial brasileiro. O livro expõe uma rede de desvios éticos que alcança instâncias superiores, envolve influência política nas nomeações e compromete a independência da magistratura. Uma obra essencial para quem quer entender por que a credibilidade do sistema judicial brasileiro está em xeque.

O "Enriquecimento Sem Causa na Pensão Alimentícia" é um trabalho que trata do valor da pensão alimentícia na Justiça, quando ele ultrapassa o necessário e gera lucro indevido ao alimentado, emergindo um conflito jurídico pouco explorado: o enriquecimento sem causa na obrigação alimentar. Este livro mapeia como o Judiciário brasileiro navega entre proteger quem precisa e impedir que a pensão se converta em instrumento de abuso patrimonial, oferecendo ao leitor jurídico e ao profissional do direito de família uma análise rigorosa de jurisprudência, requisitos legais e caminhos processuais para enfrentar essa questão.

Entre todos, vem "Evidência e Verdade: Prova Civil e Penal no Direito Brasileiro", um livro que desvendará os caminhos distintos que a evidência percorre nos dois principais sistemas processuais do Brasil, mostrando como os mesmos fatos geram decisões opostas no Judiciário. O jurista conduz o leitor pelas regras que governam a prova documental, testemunhal e pericial, explicando por que a presunção de inocência muda tudo na esfera criminal, revelando conflitos práticos que surgem quando um caso transita entre civil e penal. Uma obra que ilumina as sombras do sistema probatório nacional e aponta para onde a jurisprudência caminha. "A prova civil e a prova penal não falam a mesma língua no ordenamento jurídico brasileiro. Enquanto o processo civil busca a preponderância de evidências para inclinar a balança do juiz, o processo penal exige culpa provada além de dúvida razoável. Assim, os mesmos fatos podem produzir decisões opostas na Justiça. E compreender por que isso é o ponto de partida para qualquer profissional do direito" - diz o advogado.

Por último, "O Direito de Nascer", uma obra jurídica que discorre sobre a inseminação artificial, que deixou de ser ficção científica para se tornar realidade em milhares de lares brasileiros. Miguel Dias Pinheiro, com sua experiência de 45 anos como operador do direito, mergulha neste labirinto de questões sem respostas claras: Quem é o nascituro quando concebido em laboratório? Que direitos o embrião possui? Como a Constituição Federal dialoga, ou deixa de dialogar, com as resoluções do Conselho Federal de Medicina? O livro não oferece soluções mágicas. Mas, recomendações fundamentadas. - Como proteger o nascituro sem criminalizar casais que buscam maternidade e paternidade? Como garantir acesso igualitário sem mercantilizar a vida? Como respeitar autonomia reprodutiva sem abandonar responsabilidade ética? O jurista fecha o livro não com certezas, mas com um convite à reflexão contínua sobre o que significa nascer e ter direitos em um Brasil que ainda está aprendendo a regular a vida.

Durante anos o profissional dedicou-se ao estudo do Direito, publicando artigos e teses jurídicas na imprensa nacional - e sobre temas variados. Construindo, assim, uma estratégia na prática eficiente de discutir a Ciência do Direito.




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