NUNES MARQUES E ANDRÉ MENDONÇA CONTAMINAM O TSE

O tema é amplamente reportado e acompanhado por veículos de imprensa como o Estadão e o portal Terra, que detalham os desdobramentos dessa crise que testa a imagem de neutralidade do tribunal

DIRETO DA REDAÇÃO
NUNES MARQUES E ANDRÉ MENDONÇA CONTAMINAM O TSE rep. publ. internet/ministros Nunes Marques e André Mendonça

A afirmação reflete as intensas tensões institucionais e acusações de politização que atingiram a cúpula do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em setembro de 2026. 

O debate sobre o risco de contaminação política da Corte Eleitoral ganhou força pública após uma série de embates diretos envolvendo os ministros Kássio Nunes Marques (atual presidente do TSE) e André Mendonça (vice-presidente do tribunal) com o ministro do STF Gilmar Mendes. 

Os principais fatos que alimentam essa crise incluem:

Declarações de Gilmar Mendes

Em publicações recentes, o ministro Gilmar Mendes defendeu enfaticamente que o TSE precisa ser protegido do "proselitismo partidário". Ele afirmou publicamente que "quem tenta engajar o Tribunal em proselitismo partidário deve avaliar se reúne condições de nele permanecer", sugerindo que partidos e o Ministério Público Eleitoral fiscalizem e arguam a suspeição de magistrados quando necessário. 

Crise com André Mendonça

Gilmar Mendes e André Mendonça protagonizaram divergências agudas durante sessões do STF sobre a abertura de investigações contra o ministro Alexandre de Moraes. Gilmar acusou Mendonça de buscar "ganho político" com a crise ao divulgar vídeos de agradecimento por apoio popular nas redes sociais. 

Bloqueio no WhatsApp e Recuo de Nunes Marques

O presidente do TSE, Nunes Marques, bloqueou Gilmar Mendes no aplicativo de mensagens após um forte desentendimento. Pouco depois, em 15 de setembro de 2026, Nunes Marques declarou-se impedido de julgar o caso envolvendo Alexandre de Moraes e o Banco Master. O ministro justificou formalmente seu afastamento afirmando que, na condição de presidente do TSE, buscava justamente "evitar a contaminação política" do episódio às vésperas das eleições. 

Contexto Eleitoral de 2026

Críticos e analistas políticos têm apontado com lupa a atuação de Nunes Marques e Mendonça — ambos indicados ao STF pelo ex-presidente Jair Bolsonaro — pelo fato de estarem no comando direto da Justiça Eleitoral justamente no ano em que se decide a sucessão presidencial. 

O tema é amplamente reportado e acompanhado por veículos de imprensa como o Estadão e o portal Terra, que detalham os desdobramentos dessa crise que testa a imagem de neutralidade do tribunal.




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