TRUMP TRANSFORMA ONU COM DISCURSO DE FESTIVAL DE MENTIRAS
Trump abriu o discurso exaltando a força econômica dos Estados Unidos
UOL O pronunciamento do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na 81ª Assembleia Geral da ONU nesta terça-feira, 22 de setembro de 2026, gerou fortes reações bilaterais e debates intensos sobre a precisão de suas declarações. Enquanto apoiadores defendem a postura firme e os dados econômicos apresentados, críticos e agências de checagem apontam para controvérsias e imprecisões em suas falas.
Trump abriu o discurso exaltando a força econômica dos Estados Unidos, afirmando que o país vive uma "era de ouro" e destacando o aumento nas taxas de emprego entre as populações negra e latina. FALA CONSIDERADA FALSA.
O presidente defendeu as ações militares na Guerra com o Irã (que já dura cerca de oito meses), justificando-as como necessárias para impedir que Teerã desenvolva armas nucleares. Ele também afirmou ter "construído a paz" e alcançado progressos na Faixa de Gaza. A DECLARAÇÃO É MENTIROSA.
Veículos de comunicação e analistas internacionais classificaram trechos do discurso como de tom eleitoreiro e com dados imprecisos, irreais. A afirmação de ter firmado acordos de paz definitivos na Faixa de Gaza foi apontada como frágil por especialistas diante da volatilidade na região.
O discurso ocorreu logo após a fala do presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, que fez críticas veladas à interferência externa e à presença militar norte-americana na América do Sul ("Não precisamos de porta-aviões vigiando nossas águas"). Em contrapartida, a administração de Trump vinha pressionando o governo brasileiro pelo combate a facções criminosas transnacionais.
O evento ocorre sob forte tensão, visto que a legitimidade e o orçamento da própria ONU têm sido frequentemente atacados pelo governo republicano desde seu retorno à Casa Branca em 2025.
O tom polarizado do discurso reflete o cenário de baixa aprovação doméstica enfrentado por Trump às vésperas das eleições legislativas de meio de mandato nos EUA, em meio aos impactos econômicos globais do conflito com o Irã.



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