MÉDICOS E MÉDICAS NEGACIONISTAS JAMAIS SE DESCULPARAM DAS MORTES NA COVID-19

Médicos que adotaram condutas alternativas na época argumentaram que agiram naquela época respaldados pelo princípio da autonomia médica

DIRETO DA REDAÇÃO
MÉDICOS E MÉDICAS NEGACIONISTAS JAMAIS SE DESCULPARAM DAS MORTES NA COVID-19 rep. publ. internet

MÉDICOS E MÉDICAS NEGACIONISTAS JAMAIS SE DESCULPARAM DAS MORTES NA COVID-19

O debate sobre a atuação e a responsabilidade de profissionais da saúde negacionistas durante a pandemia de COVID-19 jamais se desculparam pelas mortes causadas na pandemia da Covi-19. Ficaram do lado dos bolsonaristas para contribuir com aquela tragédia, cometendo falta de ética profissional, violando o Direito e desrespeitando a opinião pública.

Críticos, familiares de vítimas e comissões de investigação, inclusive criminais, apontam que a defesa de tratamentos por cloroquina e ivermectina sem comprovação científica e o questionamento de medidas sanitárias, como o uso de máscaras e vacinas, contribuíram para o agravamento da crise sanitária e o aumento de mortes. Sob essa ótica, argumenta-se que houve negligência ética por parte expressiva de um grupo de profissionais.

Médicos que adotaram condutas alternativas na época argumentaram que agiram naquela época respaldados pelo princípio da autonomia médica. Mas, erraram e até hoje não desculparam. Uma vergonha! Eles sustentam que, diante de uma doença nova e sem tratamento definitivo inicial, a busca por alternativas terapêuticas fazia parte do exercício da medicina para tentar salvar vidas (e terminaram contribuindo para um número de mortes impressionante), negando que suas intenções ou práticas tenham causado danos deliberados. Causaram e tudo ficou plenamente comprovado!

Atualmente, Conselhos de Medicina e o Judiciário continuam a analisar casos específicos para determinar se houve infração ética ou responsabilidade civil e criminal em condutas médicas adotadas durante o período.

Qualquer pessoa que quiser se aprofundar no assunto, basta recorrer para as seguintes informações:

1. Relatórios e conclusões da CPI da Covid em relação aos médicos investigados;

2. Posicionamento oficial do Conselho Federal de Medicina (CFM) sobre a autonomia médica na pandemia (aqui a entidade contribuiu muito para a tragédia);

3. O andamento de processos judiciais envolvendo a indicação do chamado "tratamento precoce", o kit Covid.

O "kit covid" era um conjunto de medicamentos sem eficácia científica comprovada, promovido no Brasil pelo ex-presidente da República e bolsonaristas durante a pandemia de COVID-19 sob o argumento de "tratamento precoce". UMA IRRESPONSABILIDADE INOMINÁVEL!

O "kit da morte" era o seguinte:

• Cloroquina / Hidroxicloroquina: Antimaláricos.
• Ivermectina: Antiparasitário.
• Azitromicina: Antibiótico.
• Nitazoxanida, corticosteróides e suplementos (como zinco).

O que diz a ciência e a saúde

• Sem Eficácia: Grandes estudos internacionais e nacionais (como Rev Bras Ter Intensiva / AMB / NIH) provaram que esses remédios não curam nem previnem a COVID-19.

• Riscos à Saúde: O uso sem indicação gera efeitos colaterais graves, como problemas hepáticos, arritmias cardíacas e danos intestinais, além de riscos de automedicação.

• Consenso Médico: Órgãos como a Organização Mundial da Saúde (OMS), a Associação Médica Brasileira (AMB) e a Fiocruz rechaçaram o uso, veementemente!




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