WELLINGTON DIAS CONTRIBUIU PARA INDICAÇÃO DE NUNES MARQUES AO STF

Após o anúncio de Bolsonaro em outubro de 2020, Wellington Dias elogiou publicamente a chegada do piauiense à Corte Suprema, classificando-a como um "ganho para o Nordeste" e para o estado do Piauí

SINOPSE DE IMPRENSA
WELLINGTON DIAS CONTRIBUIU PARA INDICAÇÃO DE NUNES MARQUES AO STF rep. publ. internet

O ex-governador e ministro Wellington Dias (PT) apoiou e contribuiu politicamente para a aceitação e articulação em torno da indicação de Kassio Nunes Marques ao Supremo Tribunal Federal (STF) em 2020, embora a indicação oficial tenha sido feita pelo então presidente Jair Bolsonaro. 

Apoio Político no Piauí

Fontes e análises políticas apontaram que Wellington Dias, assim como outros líderes políticos do Nordeste e do Piauí (como o ex-governador Wilson Martins e o senador Ciro Nogueira), deram sustentação e boa acolhida ao nome de Kassio Nunes nos bastidores do campo progressista e do PT. 

Histórico no TRF-1


Kassio Nunes Marques já contava com histórico de proximidade com o grupo político do PT, tendo sido nomeado anteriormente para o Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) na gestão da ex-presidente Dilma Rousseff em 2011. 

Repercussão após a Indicação


Após o anúncio de Bolsonaro em outubro de 2020, Wellington Dias elogiou publicamente a chegada do piauiense à Corte Suprema, classificando-a como um "ganho para o Nordeste" e para o estado do Piauí.

Nunes Marques se vira contra o PT

O ministro Nunes Marques usou o PT do Piauí para suas indicações ao TRF-1 e ao STF. Como presidente do TSE, ele tomou decisões recentes que impactaram diretamente o PT e a campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, envolvendo inclusive um episódio ocorrido no Piauí. 

Em 29 de setembro de 2026, Nunes Marques atendeu a um pedido da campanha de Flávio Bolsonaro (PL) e ordenou a retirada do ar de um vídeo contendo o discurso de Lula realizado em um comício em Teresina, no Piauí. 

Neste domingo, 11 de outubro de 2026, Nunes Marques determinou o bloqueio imediato do canal de transmissão "Exército do Lula" no WhatsApp. A decisão atendeu a uma tutela de urgência apresentada pela campanha de Flávio Bolsonaro, sob o argumento de que a estrutura (coordenada pelo deputado André Janones) vinha sendo utilizada de forma centralizada para replicar desinformação e conteúdos sabidamente inverídicos que já haviam sido proibidos pelo próprio tribunal.




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