A TRAJETÓRIA DE MICHELLE BOLSONARO
Durante o mandato presidencial (2019–2022), destacou-se por pautas sociais e por se tornar a primeira primeira-dama a introduzir a Língua Brasileira de Sinais (Libras) na comunicação oficial do governo
rep. publ. internet/Michelle Bolsonaro A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro deixou a presidência do PL Mulher para se dedicar integralmente à família após uma forte crise política com o enteado, o senador Flávio Bolsonaro.
A trajetória da ex-primeira-dama é marcada por uma série de transformações pessoais e políticas.
Nascida em Ceilândia (DF), teve uma infância marcada por dificuldades, com episódios familiares envolvendo o envolvimento de sua avó com o tráfico de drogas. Antes de ingressar na política, chegou a trabalhar como vendedora. Em 2004, começou como secretária na Câmara dos Deputados.
Em 2007, após romance anterior, foi contratada para trabalhar no Partido Progressista (PP). Foi lá que conheceu o então deputado Jair Bolsonaro, com quem se casou no mesmo ano. Desde então, sua vida mudou radicalmente, aproximando-se da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, liderada pelo pastor Silas Malafaia.
Durante o mandato presidencial (2019–2022), destacou-se por pautas sociais e por se tornar a primeira primeira-dama a introduzir a Língua Brasileira de Sinais (Libras) na comunicação oficial do governo.
Após a saída do Palácio da Alvorada, assumiu a presidência do PL Mulher em 2023, atuando na articulação de candidaturas femininas conservadoras em todo o país.
A sua saída do comando do partido ocorreu após a divulgação de um vídeo em que expôs um atrito grave com Flávio Bolsonaro, acusando-o de desrespeito e de tentar excluí-la das decisões partidárias. A decisão também foi influenciada pelo atual cenário judicial que envolve o ex-presidente Jair Bolsonaro.



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