RENAN SANTOS DEFENDE FIM DA JUSTIÇA DO TRABALHO
Os Argumentos de Renan Santos contra a Justiça do Trabalho
rep. publ. internet/Renan Santos O candidato à Presidência da República Renan Santos (Partido Missão) defendeu abertamente o fim da Justiça do Trabalho e a extinção da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho).
Em sabatina realizada no dia 18 de agosto de 2026 no evento "Encontro com Presidenciáveis", promovido pela Unecs em Brasília, o presidenciável afirmou que a atual estrutura trabalhista brasileira "já era" e propôs que todas as disputas entre patrões e empregados passem a ser julgadas na Justiça Cível.
Os Argumentos de Renan Santos contra a Justiça do Trabalho
Custo Elevado: Afirma que a máquina custa entre R$ 23 bilhões e R$ 24 bilhões por ano, gerando gastos maiores do que os seus próprios resultados práticos.
Insegurança Jurídica: Alega que o princípio de proteção ao trabalhador (hipossuficiência) quebra acordos previamente firmados entre as partes.
Críticas a Advogados e Juízes: Declarou que a estrutura atual funciona como uma máquina de benefício para "advogados trabalhistas malandros" e criticou juízes que dão decisões além do que foi inicialmente pedido (extra petita).
Realocação de Recursos: Propõe direcionar o orçamento economizado com a extinção do órgão para subsidiar a desoneração da folha de pagamento das empresas.
Propostas Alternativas Apresentadas
Contratação por Hora: Substituir o modelo engessado da CLT por um regime definitivo focado na remuneração por hora trabalhada.
Migração para o Setor Cível: Tratar processos de salários não pagos ou rescisões contratuais comuns como disputas normais entre entes privados na vara civil.
Pacto de Produtividade: Simplificar radicalmente as leis com o objetivo de aumentar a base de trabalhadores formalizados, nos moldes do regime MEI.



COMENTÁRIOS