O DOSSIÊ DEVASTADOR COM O ESCÂNDALO DAS ORGIAS DE FLÁVIO BOLSONARO
Os relatos baseiam-se em um compilado de mensagens de WhatsApp, fotos, áudios e documentos guardados pelo empresário Alexandre Ferreira Dias Santini. Santini
Ex-sócio de Flávio Bolsonaro mostrou à mulher do senador fotos de orgias com garotas de programa, segundo o PlatôBR. À direita, uma das imagens divulgadas pela reportagemFoto: Reprodução/PlatôBR Denúncias divulgadas pelo portal PlatôBR apontam que o senador e candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), teria participado de festas privadas com garotas de programa. As informações foram publicadas em uma reportagem veiculada em 29 de setembro de 2026. ]
Os relatos baseiam-se em um compilado de mensagens de WhatsApp, fotos, áudios e documentos guardados pelo empresário Alexandre Ferreira Dias Santini. Santini é ex-amigo e antigo sócio de Flávio Bolsonaro na franquia da chocolateria Kopenhagen no Rio de Janeiro.

Origem do Conflito e Revelações
O material veio a público após o rompimento da relação comercial e pessoal entre o senador e o empresário, motivado por uma disputa financeira na qual Santini cobrava uma dívida de R$ 1,4 milhão do parlamentar. Durante o desentendimento, o ex-sócio procurou a esposa de Flávio, Fernanda Bolsonaro, para expor provas visuais das supostas festas íntimas.
De acordo com o dossiê divulgado:
* Festas em hotéis de luxo: As conversas indicam o agendamento de encontros com garotas de programa em locais como o hotel Grand Hyatt, no Rio de Janeiro, além de agendas privadas em Brasília.
* Mensagens de arrependimento: Trechos das conversas atribuídas a Flávio Bolsonaro mostram o senador admitindo ter feito "escolhas erradas" e demonstrando preocupação em preservar a família.
* Outras acusações: Além do conteúdo de teor pessoal, o material cita despesas custeadas por terceiros — como um relógio Rolex de R$ 305 mil e aparelhos de academia comprados pelo advogado Alan Belaciano — e alegações de suposta intermediação de interesses junto ao gabinete do ministro do STF, Kassio Nunes Marques. A própria apuração jornalística ressalta que não há comprovação independente de que tal interferência jurídica tenha ocorrido.

Até o momento da publicação das reportagens, a campanha de Flávio Bolsonaro não havia se manifestado oficialmente sobre as declarações e os registros apresentados.




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