EM MATO GROSSO, BOLSONARISTAS CORTAM A CABEÇA DE NOSSA SENHORA
A escultura foi, de fato, encontrada vandalizada e sem a cabeça na noite de 25 de setembro de 2026, no monumento histórico da Cruz do Chilão, no bairro Santa Helena, em Goiânia
ICL Em Mato Grosso, uma investigação policial foi aberta para identificar os criminosos que cortaram a cabeça da imagem de Nossa Senhora. As primeiras suspeitas recaem em bolsonaristas locais. A escultura foi, de fato, encontrada vandalizada e sem a cabeça na noite de 25 de setembro de 2026, no monumento histórico da Cruz do Chilão, no bairro Santa Helena, em Cuiabá.
Fato e Investigação
Moradores locais encontraram a estátua danificada. A Polícia Civil de Mato Grosso informou inicialmente que não havia recebido o registro formal de ocorrência e que não é possível determinar se o dano foi intencional ou quando ocorreu. Mas, foi obrigada a abrir o inquérito, devido a indignação da população.
Posicionamento da Igreja
A Arquidiocese de Cuiabá publicou uma nota de repúdio contra o vandalismo e pediu a apuração do caso pelas autoridades. A instituição buscou neutralidade política e evitou atribuir culpas ou motivações partidárias ao episódio.
Tensões Políticas
O vandalismo coincidiu com uma intensa disputa de narrativas nas redes sociais envolvendo o cenário eleitoral nacional. Grupos políticos rivais passaram a trocar acusações mútuas sobre o ato na internet: enquanto perfis de esquerda associaram o vandalismo à extrema-direita, opositores sugeriram que a ação poderia ter sido forjada pela própria oposição. Nenhuma dessas acusações possui embasamento factual até o momento.
A crise nacional envolvendo Nossa Senhora Aparecida foi criada e estimulada pelo senador e candidato à presidência, Flávio Bolsonaro. Que deseja substituir o nome de Aparecida como padroeira do Brasil pelo nome de Jesus Cristo. O candidato do PL acabou incentivando o vandalismo nacional.




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