POLÍCIA FEDERAL INVESTIGA ENVOLVIMENTO DIRETO DE BOLSONARO COM O "ESCÂNDALO" DO MASTER
Em 2020, o governo Bolsonaro assinou medidas que beneficiaram o banco
rep. publ. internet/Jair Bolsonaro O "Escândalo do Banco Master", uma investigação sobre uma fraude de aproximadamente R$ 40 bilhões que teria sido gestada durante o governo agora aponta em direção ao ex-presidente da República, Jair Messias Bolsonaro.
Em 2020, o governo Bolsonaro assinou medidas que ampliaram a margem do crédito consignado para aposentados do INSS, o que teria permitido o crescimento acelerado do Banco Master através desses descontos.
Ex-ministros de Bolsonaro, como João Roma e Ronaldo Vieira Bento, são citados por terem tomado decisões que favoreceram o crédito consignado ou por terem assumido cargos em empresas ligadas ao banco após deixarem o governo.
Há denúncias de que Fabiano Zettel, cunhado do dono do banco (Daniel Vorcaro), teria doado cerca de R$ 3 milhões diretamente para a campanha de Bolsonaro em 2022.
O deputado Nikolas Ferreira (PL-MG), aliado próximo de Bolsonaro, utilizou um jatinho de Daniel Vorcaro para realizar campanha em 2022.
As investigações apontam para uma vinculação de Roberto Campos Neto, ex-presidente do Banco Central (indicado por Bolsonaro). de que teria ignorado alertas sobre a situação financeira do Master.





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