FAMÍLIA BOLSONARO AGRIDE JORNALISTAS NA FRENTE DE HOSPITAL EM BRASÍLIA
Ex-presidente e seus filhos (Carlos, Eduardo e Flávio) foram responsáveis por centenas de episódios de hostilidade nos últimos anos
rep. publ. internet A família Bolsonaro tem um histórico documentado de ataques verbais, intimidações e incentivo a agressões contra jornalistas e veículos de imprensa.
Levantamentos de organizações como a Abraji (Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo) e a Repórteres Sem Fronteiras (RSF) indicam que o ex-presidente e seus filhos (Carlos, Eduardo e Flávio) foram responsáveis por centenas de episódios de hostilidade nos últimos anos.
Casos e Dados Recentes
Intimidação em Hospital (15/16 de março de 2026): Jornalistas que cobriam o estado de saúde de Jair Bolsonaro foram alvo de intimidação por parte de apoiadores e familiares na porta de um hospital.
Michelle Bolsonaro: A ex-primeira-dama compartilhou vídeos que resultaram em uma onda de ameaças e ataques digitais contra repórteres em Brasília, levando profissionais a registrarem boletins de ocorrência.
Hostilidade na Câmara (Fevereiro de 2026): Uma repórter do ICL Notícias foi cercada e hostilizada por parlamentares e assessores bolsonaristas ao tentar fazer perguntas sobre financiamento de campanha e outdoors.
Histórico de Agressões e Ameaças
Ameaça de Agressão Física: Em 2020, Jair Bolsonaro disse a um repórter do O Globo que tinha vontade de "encher sua boca com uma porrada" após ser questionado sobre depósitos feitos por Fabrício Queiroz.
Agressão por Seguranças: Durante viagem a Roma em 2021, jornalistas brasileiros foram agredidos fisicamente pela equipe de segurança que acompanhava o então presidente, sem que ele condenasse o ato.
Estatísticas de Ataques
Entre 2021 e meados de 2022, a família Bolsonaro realizou uma média de quase três ataques por dia contra a imprensa no Twitter.
A família foi apontada como responsável por 85% dos ataques de autoridades contra jornalistas no ano de 2020.
Ataques Misóginos: Jornalistas mulheres são alvos frequentes de ofensas de cunho sexual e pessoal, como os casos envolvendo Patrícia Campos Mello e Miriam Leitão.
Entidades de classe, como a FENAJ (Federação Nacional dos Jornalistas) e a ANJ (Associação Nacional de Jornais), frequentemente emitem notas de repúdio, alertando que essa postura compromete a liberdade de imprensa e a segurança física dos profissionais.



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