FLÁVIO COM AS MILÍCIAS

Adriano era um assassino profissional, criou o “Escritório do Crime”, uma espécie de central de assassinatos por encomenda

DIRETO DA REDAÇÃO
FLÁVIO COM AS MILÍCIAS rep. publ. internet/Adriano e Flávio

O exemplo mais emblemático do envolvimento e ligações de Jair e Flávio Bolsonaro com milicianos no Rio de Janeiro foi o caso Adriano da Nóbrega, chefe da milícia de Rio das Pedras, na Zona Oeste do Rio, que foi assassinado como "queima de arquivo" no Estado da Bahia.

Adriano era um assassino profissional, criou o “Escritório do Crime”, uma espécie de central de assassinatos por encomenda. Jair e Flávio eram amigos íntimos e apoiadores de Adriano. Flávio Bolsonaro, por exemplo, quando era deputado estadual no Rio, contratou a mãe e a mulher do assassino como funcionárias fantasmas de seu gabinete.

Flávio lavava dinheiro para a milícia de Adriano através da rachadinha de seu gabinete. Ele homenageou o assassino profissional com a medalha Tiradentes, maior honraria do Rio de Janeiro. Entregou pessoalmente a medalha na cadeia ao assassino que estava preso pelo assassinato de um “flanelinha”. E Jair Bolsonaro, na mesma época, quando deputado federal, discursou na tribuna da Câmara em defesa do assassino.

Há quem diga que a candidatura de Flávio Bolsonaro, além de representar o servilismo mais vil e invertebrado aos interesses espúrios dos Estados Unidos no Brasil, representaria, também, caso se viabilizasse, a tentativa de chegada das milícias e do crime organizado ao poder no Brasil. É importante que se leve isso em consideração. É o fascismo e o crime organizado caminhando juntos. É contra esse tipo de gente que o país está lutando.




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