Flávio ‘Mitômano’ Bolsonaro
O gado não liga, mas o eleitor independente precisa saber exatamente com quem está flertando
Crédito: Brasil 247/DALL-E Entre as características de personalidade de um mitômano estão a manipulação de pessoas, a quebra de confiança constante, o contar de histórias elaboradas, a completa ausência de remorso e a crença na própria mentira.
Flávio ‘mitômano’ Bolsonaro é exatamente assim. Os bolsonaristas não ligam e até gostam, por isso são conhecidos como gado. Mas e o eleitor independente, que não anda de quatro?
Mentir no próprio currículo é gravíssimo, um clássico da tapeação. Em poucas linhas que podem passar sem checagem durante anos, e até por uma vida inteira, a pessoa põe na própria conta títulos que não tem, cursos que não fez, habilidades que nunca teve.
Alegar ter pós-graduação em Ciências Políticas pela UFRJ sem nunca nem ter passado pela calçada da universidade é bem mais do que ser cara de pau com nariz de Pinóquio. Vale como crédito para passar as pessoas para trás e desrespeitar todas as regras desde o primeiro momento. Corresponde a apresentar-se falsamente para ir empilhando mais e mais mentiras até ser descoberto, se vier a sê-lo.
O Código Penal estabelece penas de até seis anos de reclusão para crimes de falsidade ideológica e de falsificação de documento público. A Ordem dos Advogados do Brasil pune mentiras curriculares com a suspensão de até 12 meses no exercício profissional. Na medicina, pode resultar na perda do registro no CRM, como lembrou o candidato Ronaldo Caiado, do PSD.
Depois dessa, e contando com todas as mentiras que vieram anteriormente de Flávio Bolsonaro, como é possível acreditar nele, que — aí sim é verdade — quer ser presidente da República?



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