Juízes bolsonaristas contaminam e prejudicam a imagem do Judiciário
A Lei Orgânica da Magistratura Nacional (Loman) e as resoluções do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) proíbem juízes de exercer atividade político-partidária
rep. publ. internet/Intercept A manifestação político-partidária de magistrados identificados com o bolsonarismo gera debates frequentes sobre a imparcialidade e a percepção pública do Poder Judiciário.
A Lei Orgânica da Magistratura Nacional (Loman) e as resoluções do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) proíbem juízes de exercer atividade político-partidária ou de manifestar apoio público a candidatos e correntes políticas em redes sociais ou eventos públicos.
Críticos apontam que o alinhamento ideológico visível de juízes ao bolsonarismo desgasta a credibilidade na justiça, pois alimenta a desconfiança de que decisões possam ser motivadas por preferências pessoais e não pela lei.
Setores da corporação e defensores da liberdade de expressão argumentam que magistrados mantêm direitos individuais de cidadania, embora órgãos correicionais restrinjam a exposição excessiva para preservar o decoro da função.
O juiz-celebridade é uma figura cada vez mais comum nestes tempos obscuros do bolsonarismo. Ele vive dando palestras, opina constantemente sobre assuntos que não dizem respeito à atividade judicial, ataca instâncias superiores e se dedica à militância política.



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