FIM DA ESCALA 6×1: nova pesquisa revela o peso decisivo da pauta nas eleições de 2026
foto: Letycia Bond/Agência Brasil Um levantamento realizado pela Nexus – Pesquisa e Inteligência de Dados aponta que a maioria dos brasileiros acredita que o fim da escala 6×1 será uma questão fundamental nas eleições deste ano.
A seguinte questão foi apresentada para os entrevistados: na sua opinião, independentemente de quem você vai votar nas eleições de 2026 (para deputado, senador ou presidente), qual seria o impacto da aprovação do fim da jornada de trabalho 6×1 nas campanhas de reeleição dos políticos em exercício?
Segundo a pesquisa, 58% acreditam que a pauta terá impacto, com 34% afirmando que o tema será muito decisivo e 24% acreditando que será razoavelmente decisivo. Já 16% pontuam que será pouco decisivo e outros 16% afirmam que o tema não terá impacto, com 10% não sabendo ou não querendo responder.
O levantamento aponta ainda que a avaliação de que a redução da jornada de trabalho terá impacto nas eleições de 2026 alcança um percentual maior entre jovens de 16 a 24 anos (69%), os que têm ensino superior (69%) e trabalhadores com renda superior a R$ 5 mil por mês (68%). Os dados foram revelados pela coluna da jornalista Roseann Kennedy.
A Nexus entrevistou 2.021 eleitores entre os dias 30 de janeiro e 5 de fevereiro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
Relator da escala 6×1
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), teria escolhido o deputado federal Paulo Azi (União-BA) para ser o relator da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala 6×1.
As informações são do site da CNN. Fundador do Movimento Vida Além do Trabalho (VAT) e uma das lideranças da mobilização pelo fim da escala 6×1, o vereador carioca Rick Azevedo (PSOL) falou sobre a possível escolha.
“A CCJ já tem relator para a PEC do FIM DA ESCALA 6×1. Agora ninguém pode se esconder. É o deputado Paulo Azi, do União Brasil da Bahia. Isso não foi por acaso, aconteceu porque essa pauta cresceu e não pôde mais ser ignorada. Agora é simples, queremos parecer favorável e queremos voto. Quem foi eleito pelo povo vai ter que responder ao povo. Seguimos pressionando”, disse ele, em seu perfil no X (ex-Twitter).






COMENTÁRIOS