Renda do trabalho com Lula cresce 19,6% nos últimos 4 anos; com Bolsonaro foi negativo em 1,3%
Ggoverno Lula também investiu em medidas de distribuição de renda,
Ricardo Stuckert/PR Uma pesquisa realizada pela FGV Social revela um crescimento expressivo da renda do trabalho no Brasil entre 2022 e 2025, com aumento de 19,6% em termos reais. Essa evolução é um reflexo das políticas econômicas e sociais implementadas pelo governo Lula, que focaram em reduzir a desigualdade social e promover a inclusão econômica das camadas mais pobres da população.
Em 2024, a renda média do trabalho aumentou 7,1%, com destaque para o crescimento de 10,7% entre os 10% mais pobres, superando o avanço de 6,7% observado nos 10% mais ricos.
Uma das principais políticas que contribuíram para esse aumento foi a continuidade e a ampliação do Bolsa Família, que, com a Regra de Proteção, garante que os beneficiários possam manter o benefício mesmo após ingressarem no mercado de trabalho formal.
Esse programa social, juntamente com outras medidas de incentivo ao emprego formal, ajudou a fortalecer o poder de consumo das famílias mais vulneráveis e impulsionou a formalização de empregos, fatores que têm impacto direto na melhoria da renda do trabalho.
Além disso, o governo Lula também investiu em medidas de distribuição de renda, que não só reduziram a pobreza, mas também facilitaram a ascensão social de milhões de brasileiros. Entre 2022 e 2024, cerca de 17,4 milhões de pessoas saíram da pobreza e ascenderam às classes A, B ou C, o maior nível histórico dessas classes sociais desde 1976. A pesquisa da FGV Social indica que a mobilidade social observada foi, em grande parte, impulsionada pela elevação da renda do trabalho, especialmente nas camadas mais baixas da sociedade.
Em comparação com o período anterior, de 2018 a 2022, quando a renda do trabalho caiu 1,3%, o crescimento recente revela a eficácia das políticas públicas adotadas pelo governo Lula para combater a desigualdade social e promover uma recuperação econômica inclusiva. As análises da FGV Social, com base nos dados do IBGE, mostram que as políticas de formalização do trabalho e de proteção social foram fundamentais para essa transformação, que tem permitido uma recuperação substancial da renda, especialmente para os mais pobres.



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