Veritá volta a fraudar pesquisa no Piauí
Além de pesquisas fraudadas, houve uma onda de conteúdos notícias falsas
rep. publ. internet Nas eleições de 2022 no Piauí, o termo "pesquisas fraudulentas" foi frequentemente associado a dois contextos principais: investigações da Justiça Eleitoral sobre irregularidades técnicas em institutos de pesquisa e a disseminação de notícias falsas que tentavam desacreditar o sistema eleitoral e os levantamentos de intenção de voto.
Pesquisas contratadas em outros estados para serem divulgadas no Piauí proliferaram apontando o candidato da oposição à época, Silvio Mendes, como o vitorioso até mesmo no primeiro turno daeula eleição.
Desinformação e Fake News
Além de pesquisas fraudadas, houve uma onda de conteúdos notícias falsas ("fack news") circulando para criar a percepção de que as pesquisas oficiais eram forjadas ou "compradas".
Postagens enganosas promoviam enquetes de redes sociais (sem rigor científico) como as "verdadeiras pesquisas", alegando que os institutos tradicionais fraudavam dados para apontar Rafael Fonteles vitorioso, que acabou vencendo aquela eleição com uma maioria esmagadora sobre Sílvio Mendes.
Eleição de 2026
O fato de 2022 começa a se repetir em 2026. A juíza Maria Luiza de Moura Mello e Freitas deferiu pedido de tutela de urgência apresentado pelo Partido Social Democrático (PSD) e suspendeu a divulgação da pesquisa eleitoral registrada sob o número PI-06785/2026, de responsabilidade do Instituto Veritá Ltda (com sede em Uberlândia, Minas Gerais).
No primeiro turno da eleição de 2022, críticos apontavam que o Veritá foi alvo de questionamentos judiciais e impugnações devido a possíveis falhas de calibragem amostral e divergências acentuadas com a média consolidada de outros institutos. O fato se repete novamente no Piauí em 2026.



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