FILME DE BOLSONARO É UMA DECEPÇÃO DE BILHETERIA
O documentário "A Colisão dos Destinos" estreou nas telonas com público aquém do esperado, evidenciando pouco apelo comercial e ocupação reduzida
rep. publ. internet/cena do filme A cinebiografia Dark Horse e o documentário A Colisão dos Destinos — produções sobre a trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro — enfrentaram forte rejeição pública, registrando sessões com baixa ocupação e resistência de redes de cinema. Os projetos também se tornaram alvos de polêmicas políticas e escândalos de financiamento.
Fracasso comercial e rejeição nas salas
O documentário "A Colisão dos Destinos" estreou nas telonas com público aquém do esperado, evidenciando pouco apelo comercial e ocupação reduzida. Paralelamente, o longa-metragem internacional "Dark Horse", que conta com o ator Jim Caviezel no papel do ex-presidente, encontrou grande dificuldade para garantir espaço em salas de exibição no Brasil, com locações chave recusando servir de cenário para a produção.
Escândalos de financiamento e desgaste político
O projeto cinematográfico transformou-se em um grande desgaste para a pré-candidatura presidencial do senador Flávio Bolsonaro, sendo rotulado pelo jornal britânico Financial Times como uma "comédia de erros". A produção tem sido alvo de escrutínio devido a:
Suspeitas de desvio: Investigações apontam o Instituto Conhecer Brasil por suspeita de desvio de verbas públicas para o financiamento da obra.
Tráfico de influência: Mensagens vazadas revelaram o envolvimento do senador Flávio Bolsonaro em pedidos de prioridade de pagamentos junto ao banqueiro Daniel Vorcaro.
Falta de transparência: A produtora do filme falhou em apresentar notas fiscais e detalhamentos de gastos após o fim dos prazos estipulados.
Trabalhadores relataram condições precárias nos bastidores da gravação de "Dark Horse", incluindo denúncias de alimentação estragada e atrasos de pagamento.





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