BOLSONARO, FAMÍLIA E ALIADOS COMANDARAM NO BRASIL UMA "MÁQUINA DO ÓDIO"
E de lá para cá não mudou nada. Os familiares e aliados do ex-presidente continuam com a mesma infâmia
rep. publ. internet A expressão "máquina do ódio" tornou-se amplamente conhecida no debate político brasileiro, impulsionada principalmente pelo livro "A máquina do ódio: Notas de uma repórter sobre fake news e violência digital", lançado em 2020 pela jornalista Patrícia Campos Mello, da Folha de S.Paulo.
O termo sintetiza as acusações e investigações sobre uma estrutura organizada de difamação digital, disparo em massa de desinformação e ataques coordenados contra opositores e a imprensa durante o período em que Jair Bolsonaro esteve no poder.
E de lá para cá não mudou nada. Os familiares e aliados do ex-presidente continuam com a mesma infâmia.
Origem e Contexto das Investigações
As discussões sobre o funcionamento dessa estrutura digital ganharam força a partir de investigações jornalísticas e desdobramentos institucionais:
Disparos em massa: Reportagens investigaram e ainda investigam esquemas de envio massivo de mensagens falsas pelas redes sociais financiados por malfeitores que pretendem destruir a democracia brasileira.
"Gabinete do Ódio": Essa estrutura para atacar a honra alheia continua à todo vapor. Agora, em locais diferenciados e até dos Estados Unidos, para, inclusive, intervir no processo político-eleitoral brasileiro.
Os alvos principais
Segundo relatos de profissionais de imprensa e analistas de redes sociais, a engrenagem digital opera mirando alvos específicos, como, por exemplo, jornalistas, profissionais que publicam reportagens críticas sobretudo à candidatura de Flávio Bolsonaro.
Como antes, grupos de criminosos minam a credibilidade do sistema eleitoral (urnas eletrônicas) e do Judiciário.



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