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DIRETO DA REDAÇÃO: A trambicagem no Banco Master protegida por políticos

O cheiro de trambique que vinha do Banco Master sempre foi forte

Publicada em 10/01/26 às 16:11h

DIRETO DA REDAÇÃO


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DIRETO DA REDAÇÃO: A trambicagem no Banco Master protegida por políticos
 (Foto: Montagem Intercept/rep. publ. Arte: Giovana Abreu)
Picaretagem Master

De batida da Polícia Federal a liquidação pelo Banco Central, o Banco Master tomou os holofotes do noticiário nacional. Um lobby poderosíssimo na defesa dos interesses Vorcaro foi instalado em Brasília, permitindo que o banqueiro tivesse uma vida de luxo e ostentação financiada pela trambicagem.

O cheiro de trambique que vinha do Banco Master sempre foi forte, mas Vorcaro conseguiu ir longe graças ao grande arco de alianças políticas que ele construiu ao longo dos anos.

A tropa de choque do banqueiro em Brasília tem nome e sobrenome: Antonio Rueda, presidente do União Brasil; Ciro Nogueira, presidente do PP; e Ibaneis Rocha, governador do Distrito Federal, do MDB. Essa trinca se mobilizou de maneira intensa em defesa dos interesses do Banco Master em Brasília.

Em abril do ano passado, Ciro Nogueira atuou fortemente nos bastidores para barrar uma CPMI que investigaria o Banco Master. À época, o senador Jorge Kajuru, do PSB de Goiás, declarou: “O lobby contra a CPI está pesado nos bastidores. Boa parte dos senadores não vai se vender, mas evidentemente que tem gente que tem preço”.

Biruta de aeroporto

Políticos da direita e da esquerda avaliam o senador Ciro Nogueira como um político "biruta de aeroporto". É o político que muda constantemente de opinião, lado ou posição, como uma "biruta de aeroporto" que aponta para todas as direções conforme o vento.

Ciro apoiava o nome de Tarcísio de Freitas como candidato a presidente da República. Ele próprio se colocava como vice numa possível chapa. Agora, mudou de lado e apoia Flávio Bolsonaro. Como ele tem certeza que o filho de Bolsonaro não terá chance, aponta Romeu Zem, governador de Minas Gerais como vice. Ele fica de fora.

Nogueira é alguém que se adapta às circunstâncias e aos ventos políticos, mudando de rumo conforme a conveniência, em vez de manter uma linha de conduta clara e consistente. Político "biruta de aeroporto" é oportunista e inconstante, sem um norte ideológico definido, adaptando-se para se beneficiar das situações.

Michelle desrespeitada

Desrespeito à Michele Bolsonaro por seus próprios aliados: a mão boba que envergonhou o Brasil. Foi durante uma entrevista concedida pela ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro. Um episódio lamentável, de uma "mão boba" que tocou o corpo dela de forma inapropriada, gesto descrito como “mão boba”. A cena, registrada em vídeo, gerou indignação e foi amplamente repercutida nas redes sociais e na imprensa.

Internautas e veículos de comunicação classificaram o episódio como machista e inaceitável. O toque veio da mão de um dos médicos de Jair Bolsonaro, já identificado. O marido dela doente na prisão e o médico sacaneando lá fora. O mais triste é que veio de um próprio aliado político.


Trump, o louco!

Segundo o jurista Pedro Serrano, Donald Trump inaugura era de barbárie. Jurista diz que ação dos Estados Unidos foi “ato de guerra”, rompendo tradições do Direito Internacional e expondo uma lógica imperial que ameaça democracias no mundo inteiro.

“A chamada legitimidade democrática nunca pode ser um argumento para poder se invadir um país e sequestrar o seu presidente da República, por mais autoritário que seja”, disse.

Serrano sustentou que, desde os pactos de Westfália no século 17, o direito internacional público se organiza a partir do reconhecimento do Estado, não do governo. “Um estado reconhece a existência de outro estado e não de um governo. Governo é um problema de cada estado”, afirmou.

Mudou

Professor e pesquisador Elias Jabbour sacramenta: “o mundo não é mais o mesmo após o sequestro de Maduro". Ela alerta para risco de protetorados na região e defende soberania e reindustrialização como centro da disputa política no Brasil em 2026.

O sequestro de um chefe de Estado escancara o fim do verniz retórico que, por décadas, sustentou intervenções sob o discurso de democracia e direitos humanos. “A novidade histórica é rasgar qualquer véu de hipocrisia em torno de democracia, direitos humanos, etc. Não tem mais isso”, afirmou.

Ministério da Segurança

Após saída de Lewandowski, secretários defendem criação do Ministério da Segurança. O Consesp afirma que cenário é estratégico para desmembrar Justiça e propõe nova pasta liderada por gestores experientes na área de segurança pública.

Para o Consesp, a segurança pública deve ocupar papel central na articulação federativa. “A segurança pública deve ser tratada como elemento estabilizador, tendo como fundamentos o diálogo e a capacidade de articulação permanente entre União, Estados, Distrito Federal e Municípios”.



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