ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA DE VORCARO FINANCIOU CAMPANHA ELEITORAL DE JAIR BOLSONARO EM 2022
Sob o governo Bolsonaro, o Banco Master de Vorcaro apresentou um crescimento patrimonial exponencial, saltando de R$ 218 milhões em 2018 para R$ 1,4 bilhão em 2023
O elo entre Vorcaro, Bolsonaro, Tarcísio e PCC Investigações da Polícia Federal e declarações recentes indicam que a campanha de Jair Bolsonaro à reeleição em 2022 recebeu financiamento da organização criminosa chefiada por Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master.
O cunhado de Daniel Vorcaro, Fabiano Campos Zettel(que já foi preso pelo STF nesta quarta-feira), foi identificado como um dos grandes doadores individuais da campanha de Bolsonaro em 2022, com um aporte de R$ 3 milhões.
Temendo ser investigado e ser preso, Valdemar Costa Neto, presidente do PL (partido de Bolsonaro), confirmou que Zettel depositou esse valor na campanha do ex-presidente.
Zettel é sócio de Vorcaro, e as doações também se estenderam à campanha de Tarcísio de Freitas (na época, candidato ao governo de SP apoiado por Bolsonaro).
Além da doação financeira, foi revelado que o deputado Nikolas Ferreira utilizou um jatinho ligado a Daniel Vorcaro para agendas de campanha em prol de Jair Bolsonaro durante o segundo turno das eleiçõs de 2022.
Fabiano Zettel e Daniel Vorcaro tornaram-se alvos da Polícia Federal em operações que investigam as atividades do Banco Master e movimentações financeiras suspeitas envolvendo o banco. Agora, com ramificações para a campanha de eleitoral de Jair Bolsonaro em 2022, que tentava a reeleição.
Sob o governo Bolsonaro, o Banco Master de Vorcaro apresentou um crescimento patrimonial exponencial, saltando de R$ 218 milhões em 2018 para R$ 1,4 bilhão em 2023.
Bolsonaro assumiu a presidência da República em 2019, quando ocorreu o crescimento astronômico do banco. Atualmente, o banco é investigada por um suposto esquema de fraudes que pode chegar a R$ 40 bilhões.
Há indícios investigados pela Polícia Federal de que os recursos financeiros do banco se entrelaçam com operações suspeitas de políticos da direita, da extrema-direita e da organização criminosa do PCC.





COMENTÁRIOS