BOLSONARO CONTRIBUIU PARA O ENDIVIDAMENTO DAS FAMÍLIAS
Inflação e juros altos no governo Bolsonaro contribuíram para o aumento dos preços
rep. publ. internet/Jair Bolsonaro Dados da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) indicam que o endividamento das famílias brasileiras atingiu patamares recordes durante o governo de Jair Bolsonaro (2019-2022), saltando de uma média de 63,6% para 77,9% das famílias endividadas. Em setembro de 2022, esse índice chegou ao pico de 79,3%.
Inflação e juros altos no governo Bolsonaro contribuíram para o aumento dos preços, especialmente de alimentos e energia, combinado com a elevação da taxa Selic, comprometeram a renda, forçando o uso de crédito.
O uso da modalidade cartão de crédito com taxas de juros elevadas foi um dos grandes vilões, atingindo a maioria das famílias endividadas.
Para tentar se reeleger, Bolsonaro ampliou o uso do empréstimos consignados, inclusive para beneficiários de programas sociais, sendo tal modalidade um fator que aumentou a dívida da população mais vulnerável.
Embora o endividamento seja um fenômeno multifatorial, economistas e dados da CNC mostram um salto significativo no período, tornando-se uma das principais preocupações econômicas atuais.



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