Aliados respondem ao ex-deputado Ismar Marques: críticas a Rafael Fonteles é "oportunismo eleitoral"
Para desidratar o discurso de Ismar Marques sobre desequilíbrio administrativo, o PT e a base de Rafael Fonteles respondem focando nos resultados consolidados
Reprodução Instagram/julho de 2023 A resposta política dos aliados e membros do Partido dos Trabalhadores (PT) às duras críticas do ex-deputado Ismar Marques (atual candidato a vice-governador pelo Partido Novo) baseia-se em rebater o oportunismo eleitoral, ressaltar a liderança de Rafael Fonteles nas pesquisas e destacar o reconhecimento nacional do governador.
Recentemente, Ismar Marques rompeu com o grupo governista, declarando que o governador Rafael Fonteles (PT) "se perdeu" na ambição política após receber a ideia de que poderia ser o sucessor do presidente Lula.
A contra-argumentação e posicionamento do PT e de sua base governista estruturam-se nos seguintes pontos:
1. Crítica ao "Oportunismo Eleitoral"
Membros da base governista e apoiadores rebateram as declarações questionando o momento escolhido por Ismar Marques para fazer as críticas. O argumento central é o de que o ex-deputado manteve aliados e parentes indicados recebendo cargos e espaço na estrutura do governo estadual ao longo de anos e só passou a enxergar defeitos na gestão ao se lançar como candidato de oposição para o pleito de 2026.
2. Defesa da Sucessão de Lula como Mérito e Protagonismo
Enquanto a oposição tenta usar a tese de sucessão nacional de forma pejorativa, parlamentares do PT, como o candidato a deputado estadual Vinícius Dias (PT), saíram em defesa pública da projeção de Rafael Fonteles. Para os petistas, o fato de o presidente Lula citar o governador do Piauí como um dos nomes naturais para substituí-lo no cenário de 2030 não é "ambição desmedida", mas sim o reconhecimento e a validação do excelente trabalho que o Piauí vem conquistando nacionalmente sob a gestão técnica de Fonteles.
3. Argumentação com Dados de Gestão e Pesquisas
Para desidratar o discurso de Ismar Marques sobre desequilíbrio administrativo, o PT e a base de Rafael Fonteles respondem focando nos resultados consolidados:
Ampla aprovação popular: Pesquisas recentes de institutos como o AtlasIntel mostram o governador com ampla vantagem (registrando mais de 70% dos votos válidos em cenários estimulados), o que anula a narrativa de rejeição generalizada apontada pela chapa do Novo.
Cumprimento de metas: O partido utiliza dados de portais de monitoramento, como o g1 Piauí, comprovando que a gestão já cumpriu integralmente a maior parte das promessas firmadas no plano de governo.
Apoio maciço no interior: O PT rebate críticas sobre isolamento político exibindo a articulação de Rafael Fonteles, que detém o apoio formal de cerca de 95% dos prefeitos do estado (214 dos 224 municípios), esvaziando o palanque da oposição.
Aliados de ontem
Ismar Marques manteve proximidade e integrou a base de apoio político ligada ao grupo de Wellington Dias no Piauí por muitos anos, além de declarar ter votado em Rafael Fonteles no início de seu mandato. Inclusive indicando pessoas no governo. No entanto, rompeu com o atual cenário governista e filiou-se ao Partido Novo, se lançando como candidato a vice-governador na chapa de Elizeu Aguiar e tecendo duras críticas à gestão estadual.
O Partido Novo oficializou a pré-candidatura de Ismar Marques ao cargo de vice-governador ao lado de Elizeu Aguiar, selando sua distância definitiva do arco de alianças petista no estado.



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