Como a ciência usou bituca de cigarro para solucionar crime após mais de 40 anos
Sarah foi vista pela última vez na noite de 23 de maio de 1982
Sarah Geer, morta aos 13 anos em 1982. Foto: reprodução Uma das técnicas mais modernas da ciência forense permitiu identificar e condenar o responsável pelo assassinato de Sarah Geer, morta aos 13 anos em 1982, na Califórnia. Segundo o escritório do promotor do condado de Sonoma, o DNA extraído de uma bituca de cigarro foi determinante para ligar James Unick, hoje com 64 anos, ao crime que permaneceu sem solução por mais de quatro décadas.
Sarah foi vista pela última vez na noite de 23 de maio de 1982, ao sair da casa de uma amiga em Cloverdale. Na manhã seguinte, um bombeiro encontrou seu corpo em uma área isolada. A adolescente havia sido estuprada e estrangulada. Na época, as limitações da ciência forense impediram a identificação de um suspeito e o caso esfriou.
A investigação foi reaberta em 2021, com apoio de uma empresa privada e do FBI. A partir da técnica de genealogia genética, que cruza DNA com pesquisa genealógica, autoridades estabeleceram ligação com Unick. Em 13 de fevereiro, data em que Sarah completaria 57 anos, um júri considerou Unick culpado. Segundo a promotoria, este foi o caso mais antigo já apresentado a um júri no condado de Sonoma.






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