CIRO NOGUEIRA CRIOU UM "BOLSA FAMÍLIA DA PROPINA" NO ESCÂNDALO DO MASTER

A Operação Compliance Zero (5ª fase, deflagrada em maio de 2026) detalha o envolvimento

DIRETO DA REDAÇÃO
CIRO NOGUEIRA CRIOU UM rep. publ. internet/Ciro Nogueira

As investigações recentes da Polícia Federal apontam que o senador Ciro Nogueira utilizou familiares e empresas ligadas a eles para receber propinas do Banco Master.

A Operação Compliance Zero (5ª fase, deflagrada em maio de 2026) detalha o seguinte envolvimento:

Irmão (Raimundo Neto e Silva Nogueira Lima): Foi alvo de busca e apreensão e monitorado por tornozeleira eletrônica e com passaporte apreendido. Ele é apontado pela PF como administrador de empresas utilizadas para dissimular o repasse de vantagens financeiras ao senador. Em um dos casos, ele teria comprado uma cota de R$ 1 milhão de um primo do dono do banco.

Filhas e ex-esposa: Publicações indicam que outras pessoas próximas, incluindo filhas e sua ex-esposa, Iracema Portela, ex-deputada federal, também são citadas como beneficiárias ou envolvidas em transações sob investigação.

Empresas: Diversas empresas vinculadas ao senador e a seus familiares foram alvos da PF por servirem como mecanismos para camuflar o recebimento de uma "mesada" que variava entre R$ 500 mil mensais.

O esquema teria como objetivo recompensar o senador por sua atuação parlamentar em favor do banqueiro Daniel Vorcaro, incluindo a chamada "Emenda Master", que beneficiava a instituição financeira. A defesa do senador repudia as acusações, classificando-as como ilações sobre sua conduta parlamentar.




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