Adriano da Nóbrega e Rodrigo Bacellar, os amigos do peito de Flávio Bolsonaro
A família Bolsonaro talvez seja o grupo político brasileiro que tem relações mais próximas e mais antigas com grupos criminosos
rep. publ. internet Se o problema do Trump é com o crime organizado no Brasil, que ele acha que é grupo terrorista, por que ele não prendeu o Flávio Bolsonaro? A família Bolsonaro talvez seja o grupo político brasileiro que tem relações mais próximas e mais antigas com grupos criminosos. Eu vou relembrar aqui só dois casos. Um antigo e outro relativamente novo: Adriano da Nóbrega e Rodrigo Bacelar.
O ex-policial militar Adriano da Nóbrega, apontado pelo Ministério Público como integrante da milícia de Rio das Pedras e do grupo de extermínio Escritório do Crime, recebeu, em 2005, a visita na cadeia de Flávio e Jair Bolsonaro (PL).
Flávio Bolsonaro, quando era deputado estadual, entregou a Adriano a Medalha Tiradentes, honraria concedida pela Alerj a personalidades que prestaram relevantes serviços à sociedade.
Adriano era um arquivo vivo da família e foi morto na Bahia no dia 9 de fevereiro de 2020, durante uma operação conjunta das polícias da Bahia e do Rio de Janeiro
Por coincidência, Eduardo Bolsonaro esteve na Bahia no dia 7 de fevereiro daquele ano, dois dias antes do assassinato de Adriano da Nóbrega, que estava foragido há mais de 1 ano.
O esquema de rachadinhas da família passou por Adriano da Nóbrega. Danielle Mendonça da Costa Nóbrega, que era esposa de Adriano, trabalhou no gabinete de Flávio Bolsonaro entre 2007 e 2018. O Ministério Público do Rio a acusou de ser funcionária fantasma de Flávio. A mãe de Adriano, dona Raimunda Veras Magalhães, também foi assessora do gabinete de Flávio.
De acordo com os investigadores, Danielle repassou ao menos R$ 150 mil a Fabrício Queiroz, que era assessor de Flávio e o cabeça dos esquemas de rachadinhas.
Aliança com Rodrigo Bacellar
Mais recentemente, Flávio se aproximou do ex-presidente da Alerj Rodrigo Bacellar, que agora está preso e que tinha sido escolhido por Cláudio Castro, que também está na mira da PF, para ser seu sucessor. Bacelar foi preso por suspeita de participar de uma organização criminosa e vazar informações para beneficiar o Comando Vermelho.
Por que o Trump não prendeu o Flávio Bolsonaro?



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