TRUMPISMO E BOLSONARISMO NO CHÃO
A adoção de tarifas pesadas sobre produtos brasileiros por parte dos Estados Unidos gerou desgaste
rep. publ. internet É perceptível o momento de fragilidade do trumpismo e do bolsonarismo. Apoiadores da extrema-direita brasileira apostavam que o retorno de Donald Trump ao poder nos Estados Unidos em 2025 garantiria suporte incondicional à família Bolsonaro. Em vez de apoio, a política externa americana priorizou os interesses do estado americano, deixando o bolsonarismo politicamente isolado.
A ala ligada a Jair e a Flávio Bolsonaro empenhou-se em buscar alianças na Casa Branca e no Departamento de Estado. No entanto, Trump focou em governar com pragmatismo. A política protecionista do líder americano afetou o Brasil, o que tornou a posição dos aliados de Bolsonaro nacionalmente insustentável.
A adoção de tarifas pesadas sobre produtos brasileiros por parte dos Estados Unidos gerou desgaste. Gente como Eduardo Bolsonaro foi acusado por setores da mídia e da diplomacia de instigar sanções norte-americanas para tentar forçar concessões internas, uma estratégia que não encontrou eco no eleitorado brasileiro. Tudo falhou!
Para piorar a situação, o trumpismo e o bolsonarismo perderam força nas redes sociais. De 10 pessoas pesquisadas, 8 são contra Trump e Flávio, que leva à conclusão de que todos estão no chão..
O governo brasileiro, sob a presidência de Lula, entrou em rota de colisão pública com o alto escalão norte-americano. Declarações de figuras como Marco Rúbio (Secretário de Estado de Trump) sobre a posição do Brasil no cenário latino-americano geraram fortes reações de Brasília.
Movimentos da diplomacia dos Estados Unidos em relação a facções criminosas no Brasil foram vistos de forma ambígua. Embora parte da direita celebrasse a classificação de grupos brasileiros como terroristas, outra vertente política e analistas criticaram o que consideram uma ingerência inaceitável em assuntos de soberania nacional.



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