Aliados tem aconselhado Ciro Nogueira a desistir do Senado e tentar uma vaga na Câmara dos Deputados
Ciro tem recebido cobranças de diretórios estaduais e da cúpula para deixar a presidência do Progressistas (PP) nacional
rep. publ. internet/Ciro Nogueira O senador Ciro Nogueira (PP-PI) encontra-se politicamente isolado e pressionado após ser alvo de uma operação da Polícia Federal na fase da Operação Compliance Zero, que investiga um suposto esquema de fraudes envolvendo o Banco Master. A situação gerou desgaste e tensões nos bastidores para as eleições deste ano.
O senador Flávio Bolsonaro, que antes cotava Ciro como seu "vice ideal", e outras alas da oposição buscam se descolar do escândalo para evitar danos à pré-campanha presidencial, o que foi criticado abertamente por partidos de oposição e governistas.
Ciro tem recebido cobranças de diretórios estaduais e da cúpula para deixar a presidência do Progressistas (PP) nacional, visando blindar o partido e garantir o tempo de televisão nas negociações eleitorais.
Com o peso do escândalo sendo pautado nas eleições, aliados têm o aconselhado a desistir da reeleição ao Senado e tentar uma vaga na Câmara dos Deputados, onde a exposição negativa em uma campanha estadual seria menor.
Após o escândalo do Banco Master, Ciro não recebeu nenhuma manifestação pública de solidariedade por políticos de peso, sobretudo no Piauí, à exceção do deputado federal Júlio Arcoverde, que o defende em qualquer situação, devido a uma aproximação familiar forte.
Se houver um novo áudio ou uma nova conversa ou aproximação de Ciro Nogueira com Daniel Vorcaro, no Escândalo do Banco Master, a saída do senador da presidência nacional do Progressistas será inevitável.



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